APAL Cunhos e Cortantes, Lda. Maior Qualidade e Rapidez com as Ferramentas para Projecto Mecânico da Autodesk |
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A empresa, que produz cunhos e cortantes para todas as áreas do ramo industrial - com particular incidência nas peças para a indústria automóvel e de electrodomésticos - dispõe actualmente de três desenhadores que trabalham com o Mechanical Desktop, utilizando basicamente a modelação paramétrica a 3D com base em sólidos. Embora a utilização deste programa tenha sido iniciada apenas há seis meses, já se podem registar resultados muito positivos. “Por um lado, a execução dos trabalhos está a tornar-se mais rápida, no que diz respeito à sua concepção em computador; por outro lado, as peças vão cada vez mais ao encontro das exigências do cliente especificadas na encomenda” - referiu.
Anteriormente, a APAL trabalhava com o
AutoCAD 12. Antes disso, os trabalhos eram efectuados em estirador,
a duas dimensões. “Longe vai o tempo em que as
peças eram desenhadas em papel. Tínhamos de conceber
em duas dimensões uma peça que na realidade tinha
três dimensões. Além
disso, era extremamente difícil acertar as cotas, tinha
de ser por tentativas. Agora já é possível
fazê-lo com toda a precisão. Através da
aplicação deste programa conseguimos resultados que de
outra forma nunca seriam possíveis” - salientou Paulo
Rodrigues, acrescentando que o programa se tem mostrado
especialmente útil na execução de peças
com superfícies onduladas ou aerodinâmicas.
“Antigamente as peças tinham linhas mais direitas,
dobras mais simples e eram menos complexas. Agora, aparecem-nos
peças extremamente sofisticadas, com linhas muito
complicadas, ou então peças com embutidos, que
são muito difíceis de executar”.
Para além de facilitar a concepção das peças, o Mechanical Desktop tem-se revelado também um auxiliar precioso na transferência de informação para as frezadoras, as máquinas que executam os moldes das peças encomendadas. “Aproveitamos a informação sobre as peças que vão ser maquinadas (que foi obtida e armazenada pelo Mechanical Desktop) para aplicá-la a outras máquinas. Por exemplo, desenhamos o projecto de uma determinada peça; quando o projecto está concluído, passamos a informação digital para as frezadoras. Nesse processo, o programa é capaz de aproveitar todo o trabalho que já está feito, toda a geometria da peça, e de transferi-la para as frezadoras” – explicou Paulo Rodrigues, salientando que anteriormente, o processo era muito mais moroso e muito menos exacto. “A exactidão é especialmente importante nesta área, em que as peças devem de ter dimensões e formas muito precisas. Aliás, com o grau de exigência que hoje nos é exigida, já não faria sentido recorrermos aos métodos antigos. De todos os modos, não poderíamos fazê-lo, porque actualmente a informação já nos é transmitida, na grande maioria dos casos, em formato digital. Se não tivéssemos o programa, teríamos de recorrer a outras empresas para fazer essa parte do trabalho” – afirmou. Paulo Rodrigues mostrou-se optimista em relação às futuras aplicações do Mechanical Desktop na APAL, especialmente porque os técnicos da empresa ainda não tiveram oportunidade de desenvolver ao máximo todas as possibilidades do programa. “Para já, temos três técnicos a trabalhar com este software; no futuro, poderemos vir a colocar mais elementos. Além disso, como se trata de um programa versátil, poderemos vir a adaptá-lo às exigências específicas da nossa empresa”.
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